Reunidos estavam os sábios no salão principal do templo no topo da montanha da Estrela-mãe. Como sempre, ficavam de pé, formando um círculo, todos de costas para o centro. Esperavam pelo Poder-Sol aparecer e o Poder-Sol aparecia. Um pequeno ponto de luz surgia acima do centro círculo. Ia tomando maior volume e girando violentamente, espirrando mais e mais luz sobre os sábios. Aquela estrela em miniatura ia se estabilizando e tomando a forma humana – digo humana pois assim a vejo. O ser iluminado ao centro do círulo de sábios ia descendo ao chão e, ao tocá-lo com a ponta dos pés, a luz ia se enfraquecendo deixando aparecer um ser de pele azul como um céu de abril – descrição que para eles não fariam sentido algum, mas que nós daqui sabemos bem a beleza que é. Seus olhos se abriam, dourados como o Sol, assim como vários outros pontos em seu corpo.
Humanamente representado, o poder então começa a se informar pelos sábios dos fatos acontecidos em seu domínio e decidir sobre as questões a ele apresentadas. Ao ficar sabendo de mais um homem que o questionou e foi castigado com a limpeza da Grande Estátua, o poder tomou uma decisão que muito admirou os sábios: pediu que esse homem fosse trazido até ele para que os dois pudessem conversar. Queria saber quais argumentos teriam um ser ao questionar o poder - como se já não os soubesse.
E assim a vontade do Poder-estrela foi feita. O condenado foi levado ao templo com as mãos amarradas nas costas e com os olhos vendados. O Poder-estrela então apareceu como de costume e pediu para que os sábios saíssem e os deixassem a sós. O poder então desamarrou as mãos do condenado e retirou a venda de seus olhos. A luz dos olhos amarelos do poder entraram diretamente nos olhos do condenado, que, sem medo e sem raiva, mantinha o olhar firme. A pergunta foi feita: 'por que me enfrenta com os olhos?'. A resposta do condenado, tão sincera, segura e concisa, fez o poder ter medo e ter raiva. Nesse momento, dos seus olhos saíram tanta luz e tanto calor que foram capazes de fulminar o condenado instantaneamente. Toda a complexidade que mantinha a vida do homem foi então eliminada e ele voltou a ser simples pó de estrelas. Foi o segundo homem que o poder matou.
Humanamente representado, o poder então começa a se informar pelos sábios dos fatos acontecidos em seu domínio e decidir sobre as questões a ele apresentadas. Ao ficar sabendo de mais um homem que o questionou e foi castigado com a limpeza da Grande Estátua, o poder tomou uma decisão que muito admirou os sábios: pediu que esse homem fosse trazido até ele para que os dois pudessem conversar. Queria saber quais argumentos teriam um ser ao questionar o poder - como se já não os soubesse.
E assim a vontade do Poder-estrela foi feita. O condenado foi levado ao templo com as mãos amarradas nas costas e com os olhos vendados. O Poder-estrela então apareceu como de costume e pediu para que os sábios saíssem e os deixassem a sós. O poder então desamarrou as mãos do condenado e retirou a venda de seus olhos. A luz dos olhos amarelos do poder entraram diretamente nos olhos do condenado, que, sem medo e sem raiva, mantinha o olhar firme. A pergunta foi feita: 'por que me enfrenta com os olhos?'. A resposta do condenado, tão sincera, segura e concisa, fez o poder ter medo e ter raiva. Nesse momento, dos seus olhos saíram tanta luz e tanto calor que foram capazes de fulminar o condenado instantaneamente. Toda a complexidade que mantinha a vida do homem foi então eliminada e ele voltou a ser simples pó de estrelas. Foi o segundo homem que o poder matou.
Um comentário:
qual foi a resposta???
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